Todo dia é dia de cuidar do meio ambiente e da preservação dos nossos biomas. Estamos nos aproximando de todos os limiares. O planeta pede socorro e o relógio das mudanças climáticas não para. Ação só se faz com educação. Somos uma associação sem fins lucrativos dedicada à educação ambiental. Desenvolvemos o primeiro e único programa de educação ambiental do Brasil para crianças de 2 a 15 anos e com duração de 3 anos em cada segmento.

Patrocínio cultural

Você pode patrocinar os eventos culturais da Associação Play, ter sua marca associada a ações de ESG e se tornar agente de impacto significativo. De cultura a educação, nossos projetos promovem conscientização ambiental para crianças, educadores e toda a comunidade.

Ao investir na Associação Play, sua empresa se destaca como líder em sustentabilidade e inovação, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de ter isenção fiscal por esse apoio.

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Atualmente, não existe um mercado de “créditos de educação” padronizado e negociado em bolsas de valores de forma idêntica aos créditos de carbono. No entanto, o investimento em educação ambiental infantil é um dos pilares do ESG (Environmental, Social, and Governance) e pode ser convertido em benefícios financeiros e fiscais através de mecanismos específicos.

Abaixo, detalhamos as principais formas de obter retorno ou incentivos ao investir nesta área.

1. Co-benefícios em Créditos de Carbono (Selo CCB)

Muitos projetos de geração de créditos de carbono (especialmente os de conservação florestal, conhecidos como REDD+) incluem programas de educação ambiental para crianças das comunidades locais. Quando um projeto demonstra que, além de capturar carbono, ele gera benefícios sociais e para a biodiversidade, ele pode obter a certificação CCB Standards (Climate, Community & Biodiversity).

Impacto Financeiro: Créditos de carbono com o selo CCB são considerados “Premium” e são negociados no mercado voluntário por valores significativamente superiores aos créditos comuns, pois as empresas compradoras preferem ativos que comprovem impacto social positivo.

2. Incentivos Fiscais e Leis de Incentivo no Brasil

Empresas que investem em projetos de educação ambiental podem utilizar leis federais para abater esses valores de seus impostos.

  • Lei de Incentivo à Reciclagem (Lei 14.260/2021): projetos que promovem a economia circular, incluindo a educação de crianças sobre descarte de resíduos (dedução de até 1% do Imposto de Renda Pessoa Jurídica).
  • Lei Rouanet (Cultura): projetos culturais com temática ambiental (teatro infantil, livros, exposições) que educam sobre o meio ambiente (dedução de até 4% do IRPJ para empresas ou 6% do IRPF para indivíduos).

  • Fundo para a Infância e Adolescência (FIA): destinação de recursos para projetos que garantam direitos de crianças, incluindo o direito a um ambiente saudável e educação (abatimento direto no Imposto de Renda devido).

3. Títulos de Impacto Social (Social Impact Bonds – SIBs)

Os Títulos de Impacto Social são um modelo de “pagamento por resultado”. Funciona da seguinte forma:

  1. Investidores Privados aportam capital para financiar um programa de educação ambiental infantil.
  2. Metas de Impacto são estabelecidas (ex: redução da geração de lixo em uma região ou aumento do conhecimento ambiental medido por testes).
  3. O Governo (ou um doador filantrópico) paga os investidores de volta, com juros, apenas se as metas forem atingidas.

Este modelo está em fase de expansão no Brasil e permite que o investidor receba um retorno financeiro direto pelo sucesso educacional e ambiental.

4. Incentivos Municipais e “Selo Verde”

Diversas prefeituras no Brasil adotaram o chamado IPTU Verde. Embora a maioria foque em infraestrutura (energia solar, reuso de água), algumas cidades incluem ações de educação ambiental como critério para obtenção de selos de sustentabilidade.

  • Selo Verde Municipal: Empresas ou condomínios que comprovam programas contínuos de educação ambiental infantil podem receber selos que facilitam a obtenção de licenças e geram descontos em taxas municipais.
  • Valorização de Marca: No contexto ESG, o investimento em educação infantil melhora o rating da empresa, atraindo fundos de investimento que só aportam capital em negócios com alto impacto social.

5. Novos Créditos de Impacto e Blockchain

Estão surgindo plataformas que utilizam tecnologia blockchain para criar Tokens de Impacto Social. Diferente do crédito de carbono, que mede toneladas de CO2, esses tokens medem “unidades de impacto”, como:

  • Horas de aula de educação ambiental ministradas.
  • Número de crianças capacitadas em práticas sustentáveis.

Empresas compram esses tokens para “compensar” sua pegada social, de forma análoga à compensação de carbono.

Resumo: Como proceder?

Para quem deseja investir e obter retorno, os caminhos mais curtos são:

  • Para Empresas: Utilizar a Lei de Incentivo à Reciclagem ou a Lei Rouanet para financiar projetos de educação ambiental com abatimento de imposto.
  • Para Desenvolvedores de Projetos: Integrar a educação ambiental em projetos de carbono para obter a certificação CCB e aumentar o valor de venda dos créditos.
  • Para Indivíduos: Realizar doações via FIA (Fundo da Infância) direcionadas a ONGs de educação ambiental, abatendo o valor do Imposto de Renda Pessoa Física.

Veja aqui um pouco dos programas educacionais que a Play desenvolve na rede pública de ensino em Campos do Jordão:

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